O que assistir no Cine Bangüê este mês? Confira a agenda de julho

O Cine Bangüê, corajoso pilar da sétima arte na Fundação Espaço Cultural da Paraíba (FUNESC), em João Pessoa, apresenta uma programação de julho de 2026 que reafirma sua vocação: ser um espaço para o cinema que pensa, provoca e persiste. Com uma curadoria que transita entre a memória do cinema nacional e o olhar instigante de novas produções, o espaço convida o público a ocupar suas poltronas.

Para este mês, a grade é um convite ao debate. Entre as exibições que compõem o calendário, destacam-se produções que exploram a identidade brasileira, além de sessões especiais que buscam a acessibilidade, como o projeto “Bangüê Acessível”. É o cinema, enquanto território, sendo ocupado pela diversidade de vozes que formam a nossa cultura.

Cinema, memória e novos olhares

A seleção de julho não é casual. Ela traz um diálogo necessário entre obras que marcaram a história do cinema nacional e produções contemporâneas que desafiam o espectador. Destacam-se na programação filmes como Que Horas Ela Volta?, O Menino e o Mundo e Última Parada 174, além de mostras que dão espaço a curtas e médias-metragens paraibanos.

O cinema de autor, quando bem programado, funciona como uma ferramenta de educação ambiental e social. Ao olhar para as nossas telas, enxergamos a complexidade do nosso território e a urgência de preservar o que nos é próprio. É este o compromisso que renovamos a cada mês no Cine Bangüê.

Onde encontrar a agenda detalhada?

Para os cinéfilos que desejam organizar sua semana, a FUNESC disponibilizou o cronograma completo, incluindo horários de sessões e classificações indicativas. Você pode conferir os detalhes técnicos e as sinopses no arquivo oficial da programação de julho de 2026.

Informações de Serviço

  • Local: Cine Bangüê, Espaço Cultural José Lins do Rêgo, Tambauzinho.
  • Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).
  • Venda: Disponíveis 1 hora antes de cada sessão (aceita Pix e espécie).

A importância de ocupar o Cine Bangüê

Vivemos em um tempo onde o streaming tenta ditar nossas escolhas. No entanto, nada substitui a experiência coletiva da sala escura. Apoiar o Cine Bangüê é, em última análise, um ato político de valorização do patrimônio audiovisual da Paraíba.

Convido todos os nossos leitores a marcarem presença. Afinal, a cultura só existe quando é compartilhada. Vamos juntos celebrar o cinema e fortalecer o nosso circuito cultural.

 

 

 

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